ENGIE vai neutralizar emissões de carbono do Rio Open, através da Hidrelétrica Jirau.
Holding
O Rio Open, principal torneio de tênis da América do Sul, que irá comemorar sua décima edição de 17 a 25 de fevereiro de 2024 no Jockey Club Brasileiro (RJ), terá, pela quarta vez, as emissões de gases de efeito estufa neutralizadas pela Hidrelétrica Jirau, que tem como acionistas ENGIE (40%), Eletrosul (20%), Chesf (20%) e Mitsui (20%). A parceria do Rio Open com a ENGIE Brasil existe desde que a empresa passou a patrocinar o torneio, em 2020. As emissões são neutralizadas com o uso de créditos de carbono oriundos da produção de energia renovável da Hidrelétrica Jirau, que é registrada no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo das Nações Unidas ONU.
“Nosso propósito é agir para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono por meio do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis, o que inclui a redução e a neutralização de emissões. Nosso objetivo em apoiar eventos como o Rio Open é garantir que, a cada ano, eles se tornem mais sustentáveis”, comenta o CEO da ENGIE no Brasil, Mauricio Bähr.
Jirau, localizada no Rio Madeira, em Rondônia, é a quarta maior geradora de energia elétrica do Brasil em capacidade instalada e já utilizou créditos de carbono para descarbonizar outros eventos, como os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
“Começamos descarbonizando o evento em si. Depois, descarbonizamos o deslocamento dos atletas e, desde o ano passado, também é computado o deslocamento do público. No início, em 2019, doamos cerca de 400 créditos de carbono e passamos para quase 1.500 em 2023. Cada crédito equivale a uma tonelada de CO2”, afirma Edson Silva, presidente da Jirau Energia.
O evento conta com a plataforma Rio Open Green, que investe em iniciativas para minimizar o impacto ambiental causado e promove ações para inspirar a geração consciente sobre a preservação do meio ambiente. As ações tiveram largada bem antes do evento acontecer quando são aplicados os princípios da circularidade na cadeia de resíduos, por meio de três etapas: redução, reciclagem e reutilização.
“Acreditamos que o esporte é uma potente plataforma para mobilizar pessoas e levar mensagens para um amplo público. Investir no pilar ambiental e climático faz parte da nossa estratégia como agentes disseminadores da cultura da sustentabilidade. Queremos mitigar e compensar o impacto ambiental das nossas atividades”, afirma Marcia Casz, diretora-geral do Rio Open.
Ao longo das três edições mais recentes do evento, as iniciativas sustentáveis da plataforma Rio Open Green têm sido eficazes, resultando na neutralização de quase 3 mil toneladas de CO2 provenientes tanto do evento em si quanto do deslocamento dos espectadores, somando cerca de 60 mil pessoas por ano.
A campanha de neutralização de carbono relacionado ao deslocamento dos torcedores para o torneio em 2024 já começou. Através do site neutralizarioopen.com.br , o público que comprar
ingresso para o Rio Open 2024 poderá neutralizar o carbono que produzirá no percurso para o torneio, seja de avião, carro, ônibus ou outro meio de transporte.
Sobre a ENGIE
A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 97.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2023: 82,6 bilhões de Euros
No Brasil, a ENGIE, empresa líder em energia 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui 12,5 GW de capacidade instalada, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.
A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e 191 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás – TAG, concluída em 2020.
Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.
A ENGIE teve no país, em 2023, um faturamento de R$ 11,7 bilhões, e somava 2.800 colaboradores.
A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia, a ENGIE Brasil Energia, cujo ticker é o EGIE3. Além de integrar o Novo Mercado da B3, a Companhia é uma das únicas empresas listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a ENGIE Brasil Energia foi incluída no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono. A Companhia também recebeu, em maio de 2024, a certificação Great Place to Work, um reconhecimento que valida o compromisso contínuo da empresa de criar um ambiente de trabalho positivo e inclusivo para todos.
O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).