Sobre a ENGIE

O mundo está mudando,

e com ele toda a nossa energia.

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No Brasil, a ENGIE, uma das líderes em energia renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. Com capacidade instalada própria de cerca de 13 GW em 120 usinas, o que representa cerca de 5% da capacidade nacional, a empresa possui 100% de sua capacidade instalada proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa.

A ENGIE é também a detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km, que atravessam 10 estados e cerca de 200 municípios, graças à aquisição da Transportadora Associada de Gás - TAG, concluída em 2020.

Além disso, a ENGIE possui um portfólio completo em soluções integradas responsáveis por reduzir custos, emissões e melhorar infraestruturas para empresas, como ar comprimido, autoprodução solar local, biogás e biomassa, consultoria e gestão de energia, HVAC e subestações. Nas cidades, atuamos como parceira para tornar os espaços urbanos mais eficientes e sustentáveis, com soluções de iluminação pública, mobilidade elétrica e de district cooling.

Contando com 2.800 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2024 um faturamento de R$ 12,3 bilhões.

A ENGIE está presente na B3 por meio de sua empresa de geração e comercialização de energia cujo ticker é o EGIE3. Na B3, a ENGIE integra o Novo Mercado, além de ser uma das únicas companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial desde o início do ISE, em 2005. Em 2021, a B3 incluiu os papeis da ENGIE no Índice Carbono Eficiente (ICO2), composto pelas ações das empresas participantes do IBrX 100 que possuem maior transparência em relação ao reporte das emissões dos GEE e de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.

ENGIE Brasil em números

Capacidade instalada própria de cerca de

13 GW

Mais de

1.600 MW em construção

Faturamento de

R$ 12,3 bilhões em 2024

Fontes renováveis

100%

Linhas de Transmissão em operação

2.709 km

Somamos aproximadamente

2.800 colaboradores no Brasil

Mais extensa malha

de gasodutos do país

A Visão da ENGIE no Brasil

Transformar a relação das pessoas com a energia para um mundo sustentável.

A Missão da ENGIE no Brasil

Oferecer soluções inovadoras e sustentáveis em energia e serviços para pessoas, empresas e cidades.

1994
1995
1996
1997
1998
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
2019
2020
2021
2022
2023
2024
2025

Criação da Nacional Energética, pelo Banco Nacional, instituição financeira privada.

Nacional Energética e Furnas formam parceria público-privada para conclusão das obras da Usina Hidrelétrica Serra da Mesa, com 1.275 MW, no Rio Tocantins, que estava paralisada.

Tractebel Electricity and Gas International, braço internacional da companhia belga Tractebel, vem ao Brasil para estabelecer parcerias.

Tractebel abre o 1º escritório no Brasil, no Rio de Janeiro.

Registro oficial da Tractebel Brasil Ltda., no Rio de Janeiro.

Concessão da Usina Hidrelétrica Cana Brava, com 450 MW, no Rio Tocantins.

Aquisição, em leilão de privatização, da companhia estatal Gerasul, em setembro, com capacidade instalada de 3.719 MW e duas usinas hidrelétricas em construção: Itá e Machadinho. A Gerasul originou-se da cisão dos ativos de transmissão e geração da Eletrobras Eletrosul.

Investimento direto no país de USD 801,5 milhões com recursos próprios, sem financiamento local, mesmo disponível pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Viabilização, conclusão antecipada e entrada em operação da Usina Hidrelétrica Itá, com 1.450 MW, no Rio Uruguai.

A última unidade geradora entrou em operação em março de 2001, durante o racionamento de energia elétrica decretado pelo Governo Federal, por causa do “Apagão” (blackout), como ficou conhecido o fenômeno temporário de escassez de energia elétrica por insuficiência de linhas de transmissão no país.

Assinatura do primeiro contrato de venda direta de energia elétrica a um consumidor livre.

Em reposta ao “Apagão” (blackout – racionamento de energia decretado pelo Governo Federal), a ENGIE põe em operação a Usina Termelétrica William Arjona (MS), que se torna a primeira a usar gás natural do Gasoduto Bolívia-Brasil. A usina foi o primeiro projeto do Plano Prioritário de Termelétricas (PPT) do Governo Federal a entrar em operação. No mesmo ano, iniciou-se a ampliação da usina para a atual capacidade de 190 MW.

Início da operação da Usina Hidrelétrica Cana Brava, de 450 MW, no Rio Tocantins.

Início da operação da Usina Hidrelétrica Machadinho, de 1.140 MW, no Rio Uruguai.

Vitória, em consórcio, no leilão de concessão da Hidrelétrica Estreito, de 1.087 MW, no Rio Tocantins.

A Companhia promove o primeiro leilão de venda de energia elétrica no País.

Início da operação da Unidade de Cogeração Lages (SC), a primeira usina a ser registrada pela ENGIE no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da ONU.

Consolidação da participação no mercado livre de energia elétrica. Os contratos com grandes consumidores industriais ultrapassam a marca de 700 MW médios.

Sete das 13 usinas do parque gerador recebem a certificação das normas ISO 9001 e ISO 14001.

Entrada em operação da Usina Hidrelétrica Ponte de Pedra, de 176 MW, no Rio Correntes, por terceiros.

A coligada ENGIE Brasil Energia passa a integrar o Novo Mercado da Bolsa de Valores e Mercados Futuros BM&FBovespa, atual B3 (Brasil Bolsa Balcão).

Os contratos com grandes consumidores industriais superam 1.000 MW médios.

Em dezembro, a empresa é selecionada para compor o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3, que reúne companhias com reconhecido comprometimento com a responsabilidade socioambiental e a sustentabilidade empresarial.

Aquisição da totalidade do capital social de Ponte de Pedra Energética S.A., que detém a concessão da hidrelétrica Ponte de Pedra, no Rio Correntes, com capacidade instalada de 176 MW.

Aprovada a aquisição pela coligada ENGIE Brasil Energia da Companhia Energética São Salvador (CESS), titular da concessão do aproveitamento hidrelétrico São Salvador, no Rio Tocantins. A usina terá capacidade instalada de 243,2 MW e 148,5 MW médios de energia assegurada.

Início da construção da Usina Termelétrica Ibitiúva, movida a biomassa (bagaço de cana-de-açúcar), de 33 MW de capacidade instalada.

Vitória no leilão de concessão da Hidrelétrica Jirau, de 3.750 MW, no Rio Madeira.

A ENGIE, então SUEZ, funde-se à estatal Gaz de France e passa a se chamar GDF SUEZ.

Inaugurada a Usina Hidrelétrica São Salvador, no Rio Tocantins, com capacidade instalada de 243 MW, e a Usina Eólica Pedra do Sal em Parnaíba, no Piauí, de 18 MW.

A ENGIE desenvolve, no Brasil, o sistema Maestro: uma solução leve, flexível e segura para utilização nos centros de controle e de coordenação, para a vigilância e supervisão de áreas urbanas ou privadas e na gestão de Cidades Inteligentes. Entre as principais aplicações, estão o controle de tráfego da Ponte Rio-Niterói, os semáforos inteligentes de Niterói e Florianópolis, o monitoramento da BR-163 (da empresa CCR) e a operação remota de usinas geradoras de energia.

A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Areia Branca, de 19,8 MW, entra em operação comercial.

Consumada a combinação entre ativos da GDF SUEZ e da inglesa International Power.

Início da operação da Usina Hidrelétrica Estreito, de 1.087 MW, no Rio Tocantins.

Inaugurada a Usina Hidrelétrica Estreito, de 1.087 MW, no Rio Tocantins, em cerimônia com a presença de representantes do Governo Federal.

Entrada em operação do Complexo Eólico Trairi, com 115,4 MW, no Ceará.

Ingresso no segmento de eficiência energética via empresa EMAC – Cofely.

Entrada em operação da 1era usina fotovoltaica da ENGIE no Brasil, a usina Cidade Azul (3 MW), em Santa Catarina.

Início das obras da Usina Termelétrica Pampa Sul, de 345 MW, no Rio Grande do Sul.

Complexo Termelétrico Jorge Lacerda completa 50 anos de operação.

Empresa adota a marca ENGIE em todo o mundo.

Entrada no segmento de Geração Fotovoltaica Distribuída.

Entrada em operação do Complexo Eólico Santa Mônica (97,2 MW) no Ceará.

Início da implantação do Complexo Eólico Campo Largo, de 326,7 MW, na Bahia.

Início da implantação do Complexo Eólico Umburanas (605 MW), na Bahia.

Entrada em operação da Usina Solar Assu V (30 MW) no Rio Grande do Norte.

Aquisição das usinas hidrelétricas Jaguara (424 MW) e Miranda (408 MW) em Minas Gerais, em relicitação de ativos da CEMIG.

Entrada no segmento de Linhas de Transmissão, com 1.000 km, no Paraná.

Entrada no segmento do Varejo de Energia.

Aquisição da empresa GV Energy, líder em gestão de energia e gás, consultoria e Procurement.

Entrada no segmento de iluminação pública.

Entrada no segmento de transporte de gás natural através da aquisição da TAG.

Aquisição de projeto de transmissão de 1.800 km na região Norte

Usina termelétrica Pampa Sul inicia operação comercial.

ENGIE vence PPP de iluminação pública de Petrolina (PE)

Parceria com a BC Energia para construção de 7 usinas solares.

Adesão à Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas.

Conclusão da instalação do 1º aerogerador 100% nacional.

Conclusão da venda do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda.

Início da operação comercial do sistema de transmissão Novo Estado.

Conclusão da compra de Assú Sol, (752 MW), no Rio Grande do Norte.

Conquista do Certificado EDGE de Equidade de Gênero.

Emissão pioneira de debêntures de PPP de Iluminação Pública.

ENGIE vence PPP de Iluminação Pública de Curitiba.

Aquisição de 5 conjuntos fotovoltaicos totalizando 545 MW, nos estados da Bahia, Ceará e Minas Gerais.

Conclusão da venda da Termelétrica Pampa Sul.

Hidrelétrica Jirau (3.750 MW) completa 10 anos de operação.

Adesão à Coalizão Empresarial para a Equidade Racial e de Gênero.

ENGIE arremata Lote 5 em Leilão de Transmissão (1.006 quilômetros de linhas de transmissão nos estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo).

Início da operação comercial do Conjunto Eólico Santo Agostinho.

Primeira emissão de créditos de carbono da eólica Trairi.

Jirau recebe certificação internacional de sustentabilidade.

TAG e Origem Energia assinam acordo para primeiro projeto de estocagem de gás natural no Brasil.

Início da operação comercial do conjunto eólico Serra do Assuruá (846 MW), na Bahia.

ENGIE arremata Lote 1 em Leilão de Transmissão (780 km de linhas de transmissão nos estados de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo).

Início da implantação do Sistema de Transmissão Asa Branca, nos estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo.

Assinatura de um Memorando de Entendimento entre Brasil e Bolívia para que a hidrelétrica Jirau possa operar de forma contínua na cota 90 metros.

Assinatura de contrato com a GRU Airport para prover eletricidade e ar-condicionado aos aviões em solo com energia renovável.

Início da operação do projeto de transmissão Graúna, em Minas Gerais e Espírito Santo.

Aquisição das usinas hidrelétricas Santo Antônio do Jari (393 MW), localizada nos estados do Amapá e do Pará, e Cachoeira Caldeirão (219 MW), no Amapá.

Início da operação comercial do conjunto fotovoltaico Assú Sol (752 MW), no Rio Grande do Norte.

Uma empresa sustentável é uma empresa ética

Em todo o mundo, a ética é um valor que permeia todas as atitudes e iniciativas da ENGIE e seus colaboradores. Para conhecer o Código de Ética e outros documentos que reafirmam a conduta da ENGIE Brasil em todos os seus negócios e relacionamentos, acesse:

ENGIE no mundo

A ENGIE é referência mundial em energia de baixo carbono e serviços. Com seus 97.000 colaboradores, clientes, parceiros e stakeholders, o Grupo está comprometido em acelerar a transição para um mundo neutro em carbono, através do consumo reduzido de energia e soluções mais sustentáveis. Inspirada em seu propósito, a ENGIE concilia performance com um impacto positivo sobre as pessoas e o planeta se apoiando em suas atividades chave (gás, energia renovável e serviços) para oferecer soluções competitivas aos seus clientes. Faturamento em 2023: 82,6 bilhões de Euros.

O Grupo é negociado nas bolsas de Paris e Bruxelas (ENGI), sendo representado nos principais índices financeiros (CAC 40, Euronext 100, FTSE Euro 100, MSCI Europe) e índices não financeiros (DJSI World, Euronext Vigeo Eiris – Europe 120/France 20, MSCI EMU ESG screened, MSCI EUROPE ESG Universal Select, Stoxx Europe 600 ESG-X).

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